Agradeço imensamente por ter sido convidada por Simone Van Der Halen – atualmente coordenadora do curso de Psicologia do Unilasalle- para que eu desse uma palestra no evento “Desperte a inclusão em Você” sobre inclusão social e no mercado de trabalho, ainda estamos engatinhando e aprendendo a lidar com as diferenças.

Os demais palestrantes importantíssimos também deram suas palavras:

 

Flávio Aguiar – Inclusão de trabalhadores na coleta seletiva e criação da cooperativa

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Rotechild Prestes – Turismo Inclusivo

(Diretor ONG Caminhadores RS)

Rubielson Medeiros – Inclusão pela arte

(Empresário de transformador social Canta Brasil)

Cada vez mais estamos nos surpreendendo com pessoas guerreiras e muito especiais que estão levantando a bandeira da verdadeira inclusão. Fiquei muito satisfeita em saber o que vem sendo feito para transformar nosso mundo. Fiquei admirada em ver que mesmo com dificuldades estas pessoas não desistem, criam soluções e ainda recriam novas oportunidades. Parabéns a todos vocês que dirigem e divulgam estas ações e a todos os voluntários que se colocam em obra!

Tantos momentos especiais nestes últimos meses, estou mega feliz que cada vez mais as pessoas estão envolvidas com a minha obra. Sinto que estou realizando um sonho de poder compartilhar vivências e superação com vocês, não trazendo somente uma história, mas sim em possuirmos outro olhar diante da inclusão social.

Todos sabem que a inclusão social vem conscientizando pessoas, e os resultados vem desenvolvido bastante nas últimas décadas, mas ainda estamos muito longe… É de suma importância ter em mente que é exatamente as pessoas que muda o mundo, imagine que todos necessitassem de atendimento especial? Como seria o mundo? Todos os lugares deveriam ter uma adaptação para cada um?

Embora o assistencialismo seja importante na sociedade, mas muitas vezes é confundido com inclusão social; Bem qual a diferença entre as duas? Assistencialismo é fazer uma “doação” ou ceder “espaço” para pessoas carentes e/ou com necessidades especiais, cobrindo apenas necessidades mínimas de subsistência, sem com isso inseri-las em um programa continuado de atenção às suas carências individuais. Veja alguns exemplos: brinquedos e verbas para crianças carentes ou até mesmo às pessoas que se encontram em situações difíceis entre outros… A imagem abaixo mostra pessoas assistidas, mas não incluídas.

Assistencialismo

Inclusão social é promover acessibilidade para que estas pessoas possam exercer as mesmas funções , terem a mesma oportunidade de crescimento, terem os mesmos prazeres e participação social que os demais indivíduos no mesmo ambiente, seja no trabalho ou qualquer convivência social.

E no mercado de trabalho é ainda bem mais complicado, atualmente nós temos Lei de cotas, como expliquei na postagem sobre deficientes qualificados, que cada empresa deve ter sua porcentagem de PCD’s (pessoas com deficiência) em relação ao número total de funcionários.

Há poucas empresas que considera a inclusão no mercado de trabalho fundamental, estas sim estão de parabéns, pois só recebem elogios e são muito bem indicadas aos PCD’s. Pois assim, o reconhecimento e a convivência (vice-versa) com colegas, funcionários e chefes é que os motiva para realização das metas! Em consequência disso, a empresa tem mais resultados positivos e gerando menos “rotatividade” de cotas, ou seja, o plano de carreira tende a crescer e permanência com qualidade dentro da empresa. Isto é fato!

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                                                                                            Com Simone Van Der Halen

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